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Triste vida!

26-12-2012 11:27

 

Que vida daquele,

Que nunca viu o seu ser,

Que vida daquela,

Que deixa marcas, traçadas pelo destino!

 

Que horrível vida,

Tragédia do Mundo,

A falta de imaginação,

De quem a deu sem sabor!

 

Ao evaporar o sentimento,

Que do bom torna baixo,

A dor sobrepõe-se ao Amor,

Realizando o desejo de sofrimento!

 

A falta de compaixão

Por quem vive algures na Rua,

Na escuridão de um coração,

Que sangra de agonia!

Uma dor, um coração voador!

26-12-2012 11:12

 

Espero à muito

Por um amor eterno,

Sentir a vida,

Como um momento terno!

 

Tocar em sentimentos,

Com gestos suaves,

Acelerando a paixão,

E tu não a traves!

 

Deixa-a aberta,

E deixa-me entrar nela,

Pois ainda a espero,

Do lado de fora da janela!

 

Vem aqui agora,

Quero esse teu corpo detalhado,

Vem agora de lá,

Conhecer o meu passado!

 

Deixa-me acariciar,

Com a minha capa acolhedora,

Vem-te esconder nela,

E devora-a!

 

Sara as curvas

Deste meu coração voador,

Para ele planar,

E sobrevoar toda uma dor!

Mulheres são uma complicação!

26-12-2012 10:53

 

Através do reflexo,

Vejo a mais nítida das imagens,

A Mulher que eu amo,

Que agora aparece em miragens!

 

Estarei eu a sonhar,

Ou talvez seja real,

Se há mulher assim,

A vida é sensacional!

 

Mas agora que penso,

Como é que a vou encontrar,

Será que ela me aparecerá,

Vou ter que procurar e esperar!

 

Ela há de aparecer,

Não posso ter pressa,

Viver a vida a meu prazer,

Mesmo com outras. Não interessa.

 

A vida é mesmo assim,

Mulheres são uma complicação,

Ouve bem a tua cabeça,

Pois se não, podes ferir o coração.

 

Tem, como sempre

Uma mulher de cada vez.

Nunca deixes a situação,

Se tornar numa relação a três!

 

Não te deixes levar,

Não te deixes sofrer,

Se um objectivo queres traçar,

Lembra-te que há muito a viver!

São esse medos!

26-12-2012 10:49

 

São esses medos,

Que alucinam pensamentos,

Que adormecem por momentos

A anciã de te amar!

 

Desconcertando a tua obra,

Para descobrir um monumento,

E sobre um olhar atento,

Permaneço a falhar!

 

A tua estrutura perfeita,

Tua forma linear,

O teu reflexo à face do mar,

Que com o teu corpo se deita!

 

Ergue-se a Lua,

Iluminando os prados,

Escrevo-te recados,

Para conseguires sonhar!

O meu Veneno!

26-12-2012 10:38

 

Com vontade de te sentir,

Aconchego-me no meu peito,

Com ousadia tentas ouvir,

O meu coração sem jeito!

 

E que chamas de louco,

Que me contento com pouco,

Nem tu sabes quanto te quero neste momento!

 

Por te querer ver feliz,

Ofereço-te meus rubis,

Meus poemas espelhos do sentimento!

 

Não sei como o fazer,

Te pedir algo sem dizer,

Quero um beijo mais prolongado!

 

Quero tocar no teu mais profundo,

Ir até ao Fim do Mundo,

Semear emoções, estar apaixonado!

 

Parece uma eternidade,

O tempo que não passa, mas passa na verdade,

Quando de ti estou distanciado!

 

Meu coração fica de braços abertos à espera,

Quando não estás lá. E quem lhe dera

Ter o teu veneno, para se sentir Amado!

Por entre falhas!

26-12-2012 10:33

 

Por entre falhas na Barreira,

Os teus sentimentos são expostos,

Os teus pensamentos são desnudados,

E por mim contemplados como rubis!

 

É nessa Barreira, nessa cortina,

Que me perco na inocência,

Um dos lados é meigo,

O outro ainda mais encantador,

Para trás estão os defeitos,

Para a frente, é o Mistério!

 

A era dos Descobrimentos,

Para mim está a começar,

Se fores quem mostras ser,

Dou a procura por terminada!

Um perdão!

26-12-2012 10:30

 

Sobre a chuva,

Ergo meu pensamento,

Que a todo o momento,

É trazido à tua presença!

 

Eu errei,

Eu sei.

Pode não haver desculpa,

Mas há um motivo, uma razão!

As ruas do meu caminho!

26-12-2012 10:19

 

Nas ruas do caminho,

Há ruas com luz,

Há ruas com sombra,

Memórias e pensamentos!

 

As luzes vão e vêm,

As sombras escondem-se,

As memórias vagueiam,

Os pensamentos permanecem!

 

Os meus atalhos,

Deixam marcas do passado,

Ele que está lado a lado,

Com os rastos da vida!

 

Ao longo do caminho,

São várias as ruas,

Umas largas outras estreitas,

Mas são todas Imperfeitas!

 

Vejo um cume e alcanço,

Sento-me e descanso,

Respiro fundo, fecho os olhos,

Procuro essas memórias!

 

Passei o dia nas ruas,

Mas voltei a casa,

Tudo está igual,

E a vida está lá fora à minha espera!

Sei que estás aí!

26-12-2012 10:06

 

Sei que estás aí,

Deixo-te trancada noutro lugar,

E vou-te visitar,

Quando estou sozinho!

 

Se consegues fugir,

E me vens procurar,

Apanhas-me desprevenido,

E desprotegido eu tento-te apanhar!

 

Só foges se te soltarem,

Esses Homens, esses pensamentos,

Essas Memórias…

Que me abrem o caminho a ti, Ó Saudade!

És a Arte da minha poesia!

26-12-2012 09:59

Vejo o teu lugar,

Está ocupado pela saudade,

Vejo que não estás,

E que de mim falta uma parte!

 

Imagino e recordo,

Os dias a que me habituaste,

Á tua presença, me dando conforto,

Trazendo contigo a suavidade de um toque!

 

Estás deitada no pensamento,

Quando vagueio no vazio,

És fim és o inicio,

És a dor da ausência!

 

Ensinaste-me a gostar de ti,

A procurar perceber sentimentos,

E sei, cada vez mais dizer,

És a Arte da Minha Poesia!

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Amor, Minha Dor

 

Magoas-me,

como se de um pobre se tratasse,

magoas-me,

com a esperança de que eu deixasse.

As coisas andar a teu rumo,

iludindo-me de um falso amor, falsa realidade,

trazendo um manto para cobrir o meu coração ferido,

alimentando-o, para depois o tratares com maldade.

Abri-o, outra vez após um carinho,

que dele eu dependia, que nele me apoiava,

deixando-me levar por ventos já conhecidos,

cegando-me por afectos teus, Eu te amava.

Como de um louco suspiro de amor,

pudesse criar a chama no teu coração,

entregando-me de corpo e alma,

criando a paixão, num caminho onde a escuridão.

Mostrava os meus pontos fracos,

na esperança de te alcançar,

sonhei até, para poder ter o que tinhas,

mas com gestos teus me fui enganar.

Por muitos fui alertado,

com o tempo fui abrido e vendo,

que nem tudo era perfeito,

que algo se passava e eu ali sofrendo.

Sofrendo por uma mulher que me magoava,

porque não me importa o que se escreve,

se disso não se faz sentir,

se que me serve sentir se tu me magoas!